Almeida caminhou até a varanda da cobertura onde morava Giovane, o policial federal que agora sabiam estar morto pelo ferimento que Almeida causara.
Almeida tirou seu maço de Carlton do bolso, bateu em seu dedo indicador. Deixou um cigarro cair, levou a boca. Acendeu seu isqueiro, acendeu o cigarro. Baforou ao vento.
Almeida tentava entender aonde se encontrava. Já tinha estado envolvido em perseguições contra sua pessoa, mas desta vez as coisas pareciam muito maiores do que o usual.
Quem diria que haveria alguém corrupto dentro da PF? Quem diria que ele estaria sendo monitorado?
E aquela... Monstruosidade?!? Genética? Transgênicos? Demônio? Possessão? Porque um corpo tão jovem de alguém nascido em 1916? Seria dele a certidão de nascimento? Porque o outro jovem ficou alterado e atacou seu irmão? Qual papel teria a MRV e as FARC?
Almeida jogou o cigarro do parapeito. Era necessário fazer alguma coisa rapidamente. Almeida estava com medo por fotos do sítio dos seus pais terem aparecido entre as fotos encontradas na casa de Giovanni.
sábado, 14 de junho de 2008
Reflexões de Almeida
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2 comentários:
Sigo lendo e curtindo a saga dos agentes da DICCA - Divisão de Incestigação e Combate aos crimes Atípicos.
=))
Tá indo muito bem ricardo.
Outra coisa ótima é que esse registro da aventura evita que jogaores e mestre esqueçam de detalhes importantes... ou aunda mais... de onde paramos na aventura.
abraços
THE MASTER
PQ. Almeida est� com medo das fotos?
o ruim das hist�ria � que viciamos nelas.
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