sábado, 14 de junho de 2008

Reflexões de Almeida

Almeida caminhou até a varanda da cobertura onde morava Giovane, o policial federal que agora sabiam estar morto pelo ferimento que Almeida causara.

Almeida tirou seu maço de Carlton do bolso, bateu em seu dedo indicador. Deixou um cigarro cair, levou a boca. Acendeu seu isqueiro, acendeu o cigarro. Baforou ao vento.

Almeida tentava entender aonde se encontrava. Já tinha estado envolvido em perseguições contra sua pessoa, mas desta vez as coisas pareciam muito maiores do que o usual.

Quem diria que haveria alguém corrupto dentro da PF? Quem diria que ele estaria sendo monitorado?

E aquela... Monstruosidade?!? Genética? Transgênicos? Demônio? Possessão? Porque um corpo tão jovem de alguém nascido em 1916? Seria dele a certidão de nascimento? Porque o outro jovem ficou alterado e atacou seu irmão? Qual papel teria a MRV e as FARC?

Almeida jogou o cigarro do parapeito. Era necessário fazer alguma coisa rapidamente. Almeida estava com medo por fotos do sítio dos seus pais terem aparecido entre as fotos encontradas na casa de Giovanni.

2 comentários:

Anônimo disse...

Sigo lendo e curtindo a saga dos agentes da DICCA - Divisão de Incestigação e Combate aos crimes Atípicos.

=))

Tá indo muito bem ricardo.

Outra coisa ótima é que esse registro da aventura evita que jogaores e mestre esqueçam de detalhes importantes... ou aunda mais... de onde paramos na aventura.

abraços
THE MASTER

Perversus_Contos disse...

PQ. Almeida est� com medo das fotos?
o ruim das hist�ria � que viciamos nelas.