Contudo foi o próprio Almeida quem causou alteração de planos. Como seu ferimento não recebera cuidados, ele estava perdendo sangue rapidamente. Era necessária uma ação imediata.
Rodolfo e Torão perceberam que o duto do ar-condicionado dava exatamente na sala de enfermaria e iniciaram o processo de retirada da grade. Rodolfo tentou escalar, mas nao teve sucesso. Torão foi em seguida, com sucesso, e desligou o ar-condicionado além de conseguir uma saída daquele lugar horrível. Finalmente...
Enquanto aguardava uma solução Almeida descobriu uma certidão de nascimento de 1916 e documentos em espanhol, que ele não conseguiu ler, mas o que mais intrigou os agentes foi uma foto antiga da casa de Torão... A mochila de Almeida voltou cheia e a cabeça mais ainda.
Saíram do subterrâneo e foram imediatamente para a PF, não encontraram sinais do garoto. Ligaram para o celular de Almeida, que estava com o garoto, mas estava fora de área.
Rodolfo então ligou para o delegado Chico Maia e pediu reforços. O sangramento de Almeida fora estancado, mas ele ainda corria risco de morte.
O helicóptero da PF chegou rápido e levou Almeida.
Posteriormente ele ficou sabendo que o irmão do garoto havia atacado o mesmo e que havia atacado também o delegado Chico Maia, mas haviam conseguido matar o menino.
Rodolfo e Torão foram visitar Almeida no Hospital dentro da PF. Almeida pediu para que Rodolfo tentasse invadir o site da MBR.
A invasão foi um sucesso difícil, mas se provou proveitosa. Rodolfo iniciou a investigação sobre as conexões das FARC, MBR e o que mais fosse, quando um hacker começou a tentar invadir o computador de Rodolfo. Por competência Rodolfo foi melhor. Conseguiu descobrir onde estava o invasor: dentro do prédio da PF.
Torão e Rodolfo foram correndo enquanto Almeida chegou de elevador. A sala de computadores era no final do corredor. Aproximaram-se na surdina, conseguiram pegar o policial de surpresa, mas ele reagiu e Almeida o abateu. Chamaram o serviço médico, mas o hacker morreu.
Almeida ficou chocado em saber que era um policial federal, embora não fosse da divisão de Chico Maia.
Foram até o apartamento do policial federal morto, que morava no Mangabeiras.
Encontraram lá sinais de vigilância de todos os membros do grupo, além de outras pessoas, desconhecidas para eles, com fotos e endereços.
Acharam ainda a monitoração de contas numeradas.
A última ligação do telefone do policial abatido, dava para um sinal de celular na Savassi.
E uma das casas que mais recebia ligações era no Santa Amélia.
Mais investigações eram urgentes.
Rodolfo e Torão perceberam que o duto do ar-condicionado dava exatamente na sala de enfermaria e iniciaram o processo de retirada da grade. Rodolfo tentou escalar, mas nao teve sucesso. Torão foi em seguida, com sucesso, e desligou o ar-condicionado além de conseguir uma saída daquele lugar horrível. Finalmente...
Enquanto aguardava uma solução Almeida descobriu uma certidão de nascimento de 1916 e documentos em espanhol, que ele não conseguiu ler, mas o que mais intrigou os agentes foi uma foto antiga da casa de Torão... A mochila de Almeida voltou cheia e a cabeça mais ainda.
Saíram do subterrâneo e foram imediatamente para a PF, não encontraram sinais do garoto. Ligaram para o celular de Almeida, que estava com o garoto, mas estava fora de área.
Rodolfo então ligou para o delegado Chico Maia e pediu reforços. O sangramento de Almeida fora estancado, mas ele ainda corria risco de morte.
O helicóptero da PF chegou rápido e levou Almeida.
Posteriormente ele ficou sabendo que o irmão do garoto havia atacado o mesmo e que havia atacado também o delegado Chico Maia, mas haviam conseguido matar o menino.
Rodolfo e Torão foram visitar Almeida no Hospital dentro da PF. Almeida pediu para que Rodolfo tentasse invadir o site da MBR.
A invasão foi um sucesso difícil, mas se provou proveitosa. Rodolfo iniciou a investigação sobre as conexões das FARC, MBR e o que mais fosse, quando um hacker começou a tentar invadir o computador de Rodolfo. Por competência Rodolfo foi melhor. Conseguiu descobrir onde estava o invasor: dentro do prédio da PF.
Almeida ficou chocado em saber que era um policial federal, embora não fosse da divisão de Chico Maia.
Foram até o apartamento do policial federal morto, que morava no Mangabeiras.
Encontraram lá sinais de vigilância de todos os membros do grupo, além de outras pessoas, desconhecidas para eles, com fotos e endereços.
Acharam ainda a monitoração de contas numeradas.
E uma das casas que mais recebia ligações era no Santa Amélia.
Mais investigações eram urgentes.
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