Olhando em volta viram o outro, se afastando rumo ao estacionamento. Iniciaram a perseguição. Vendo que o miliante não iria parar, Fulano e Almeida iniciaram a corrida entre carros no estacionamento, ao mesmo tempo em que gritavam serem da policia e para que o miliante parasse.
O traficantizinho, ainda pulou o muro e entrou no matagal atrás da mansão.
Pulando o muro Almeida gritou:
"para filho da puta ... Para..."
O traficantizinho, ainda pulou o muro e entrou no matagal atrás da mansão.
Pulando o muro Almeida gritou:
"para filho da puta ... Para..."
Como ele nao parou...atiraram... Pena.
Aproximando-se do corpo caído, constataram que ele estava morto.
"Merda..."
"e agora? Merda... Relatorios..."
"fulano, as coisa não funcionam assim aqui..."
Revistando-o encontraram DUAS mochilas.
"Estranho. Havia so uma." disse Almeida.
"Vamos ver o que tem dentro."
Encontraram duas pistolas, drogas, e na outra mochila, dinheiro a beça... E um celular!
"Opa! Olha isso aqui!"
"me dá isso aqui!" disse Fulano extendendo a mão.
Almeida olhou desconfiado. Era difícil confiar em outros policiais após tantos anos de PC, mas fulano era da PF. Era diferente. A PF sempre fora algo que Almeida almejara. Sua força incólume era um exemplo. Foram varios os concursos, mas como Almeida nao era nenhum gênio, ainda estava do lado de fora. Mas aquele era um dos seus maiores sonhos.
"Ok"
Era inegavel a agvilidade de Fulano com os botoes daquele celular. Parecia a vontade...
Foi quando o telefone tocou: "casa"
"Vamos atender" disse Almeida de forma impensada.
Olhando fixamente para o celular, Rodolfo interveio: "Nao! Deixa eu ver..."
Retirando do bolso um smartphone modificado por ele mesmo, como Almeida viria a descobrir, iniciou uma digitação rápida, seguida p pausas de apreciação e reconhecimento. No final, um suspiro encerrou a procura.
"Este telefone é públic. Está próximo do anel e Catalão."
"Vamos embora"
"E seu colega?"
"Ele sabe se virar. Vamos no meu carro ou no seu?" interrogou Almeida virando-se em direção ao muro, seguindo seu colega."
O Honda passou assoviando pela Catalão,e fazendo a conversão proibida logo após o Shopping.
Aparentemente o telefone público encontrava-se vazio, com algumas pessoas que voltavam a pé da Lagoa.
Ligando do celular para o telefone público, logo um rapaz de cor negroide, com características físicas avantajadas e um gosto para cortes de cabelo duvidoso. Trajando bermuda de algodão cinza e uma blusa de malha que deixava a mostra a arma em sua cintura.
O pegar no telefone coincidiu com o freiar do Honda que parou de forma obliqua a linha do passeio.
"Levanta a mão filho da puta"
Na tensão que se passou, de dois contra um... A lógica matemática venceu.
"Perdeu chegado. Fica na boa se nao é caixa"
“O que aconteceu com seu colega lá na festa?”
“Não ‘tou sabendo de nada” disse o suspeito, que a essa tinha sido deitado no chão, de bruços e algemado.
Almeida colocou Raphaella entre as pernas do sujeito e disse: “Quem está por trás desse negócio todo?!?”
“Não tenho a mínima idéia...”
Um tiro foi ouvido. Almeida havia apontado a arma para fora do campo de ameaça do sujeito, evitando que a bala o atingisse, mas não evitando que o rapaz ficasse mais... colaborativo.
“Tem um cara... um policial da civil: Adriano. Ele está por dentro... e tem também um cara... que mora próximo de Nova Lima”
Almeida tinha a plena convicção que aquilo era mais um caso de drogas, as famigeradas drogas, que tanto incomodavam ao mundo. Almeida via tudo isso como um problema a ser resolvido rapidamente, de investigações para outro setor e encerramento do caso, por falta de provas. Sempre era assim quando havia outro policial envolvido. Mas não foi isto o que ocorreu.
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